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edição 1444

CRÔNICA
Doa a quem Doer
Ronaldo Alves Sobrinho

 

Pit Stop – Kart, esporte sadio

 

 

Então, como todo brasileiro é um técnico de futebol nato, agora vem demonstrando suas aptidões à velocidade. O mundo reconhece que o brasileiro, dentre muitas qualidades demonstradas nos nomes em evidência no automobilismo, destacando-se dezenas em todas as categorias, há a categoria Kart. O Kart é experiência precursora dos melhores pilotos do mundo. Ayrton Senna, Felipe Massa, Rubens Barrichello que iniciaram suas carreiras no Kart entre outros. Amadores desfrutam da estrutura do complexo da PIT STOP KART, que assessorada pela SBG KART, fazem o piloto amador sentir as emoções pelas quais passam os pilotos profissionais. Tudo é cuidadosamente verificado: manutenção dos carros, atendimento, enfermaria, segurança na pista, com profissionais especializados para quaisquer situações, destacando-se que nas provas há filmagem e narração profissional em amplos os sentidos e acompanhamento personalizado a cada participante. No carro há um dispositivo eletrônico que monitora o tempo de cada piloto a cada volta. É uma emoção indescritível. Equipamentos adequados e aula dinâmica, mas eficaz, antecedem cada bateria quando os participantes são orientados aos procedimentos elementares para uma diversão segura. 

Lanchonete, com atendimento impecável, vestiários e tudo muito detalhado. Então eu fui conferir isso tudo, na pista. Usando o equipamento necessário, tomei uma voluntária decisão de usar equipamento próprio, com fones de ouvido e microfone para que pudesse descrever cada volta, cada curva, e a reta onde se imprime a velocidade total. A pesquisa me mostrou que o preparo físico é essencial. Percebi que o piloto amador deve ter domínio dos braços além da nata aptidão, as quais muitos demonstram, aliás. Então me preparei por duas semanas para suportar 3 Kg por 30 minutos em movimentos constantes, em cada um dos braços, isso para não perder resistência diante ao cansaço a cada volta nas baterias. É isso, você precisa ter em cada braço uma resistência de 3 kg, volta a volta por 30 minutos. Aí é só se divertir. Há também campeonatos pré-agendados e feras nas pistas. Também destaque às feras adolescentes, outra categoria entre tantas. Enfim, é uma modalidade que inibe o “piloto de rua”, porque este extravasa seus ímpetos no trânsito público ao guiar rápido em local apropriado para tanto. É sadio quando nos valemos da disputa sem agressões aos colegas mais rápidos e mais lentos. A cautela quanto a isso também é impecável. Aprende-se a ler as bandeiras, os comandos e até a ordem de sair da pista de houver abuso para contra a segurança dos demais. Essa coluna não tem fins comerciais, mas sociais, ao podermos relatar que não se deve dirigir no trânsito como se fosse uma competição. Então, temos opções para colaborar para a segurança e deixarmos nossa imaginação frutificar na pista. Divirtam-se. 

 

O colunista é advogado e piloto amador. Ah! Mais essa. Piloto amador. Viver emoções com segurança é uma boa saída para o estresse.

 

 

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Ronaldo Alves Sobrinho é colunista e advogado.