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edição 1444

TEVÊ À MANIVELA
TV a Manivela
Celso Fernandes

 

Feliz Natal de verdade

 

Conta a história do bondoso velhinho de roupa vermelha, São Nicolau Taumaturgo, arcebispo de Mira (século IV) e que na concepção de muitos já nasceu barbudo, pilotando seu trenó movido a renas pelos altos céus... Na conta dos nove, realmente são nove as renas e não oito como ilustram por aí. Claro, não podemos esquecer daquela conhecida como Rudolph, de nariz sempre ruborizado – decerto não pela gripe – que mereceu as telas do cinema, 1960 e 1998, “Rudolph, a Rena do Nariz Vermelho”, e que entrou para a equipe a guiar as demais companheiras mundo afora. Como também aquela outra conhecida por Dançarina, mas quem dança de verdade bem sabemos. Eu danço, tu danças e os outros membros da Casa levam a melhor. Pegou? Então, solta. Ora, pois! “Pois” mas tirou rapidinho de cena e não venham me dizer que os ilustres congressistas ainda estão se esforçando fisicamente para votar alguma lei! O que significa, na conta dos miúdos: “Enfim, um descanso”. Tanto bafo e desgastes entre vossas excelências, só de Comissões Parlamentares não teve igual. Todas “favoritas” à próxima edição do “Planeta Diário” que rodava a todo vapor, digo, bobinas no seriado do Super Man. Ademais, vão querer o quê da vida? A “Lei da Inércia” nem aquela da “Monotonia” não pediu emendas ou que sequer tenha entrado em votação.

E já que a dança do passinho é outra que desandou a galope, conversa mole só para aquela velha frase do “não sabemos que não sabemos”, idem, e que não tem igual. Tanto é que dizem (ah, e como dizem... eles sempre dizem alguma coisa) até mesmo na linguagem dos seguidores do Toninho Malvadeza “que um neurônio só lhes basta”. Fiel?, só a Capitu do Dom Casmurro e muito pelo que alegria dentro e fora da casa de Irene não mede lotação. Sempre cabe mais um quando se usa desodorante “frescobol”. Tem gente que entra, tem gente que sai até pelo ladrão, ops. Dinheiro na cueca é pouco, é preferível conta na Suíça que não precisa de reconhecimento de firma nem assinatura do portador. O duro deve ser do sujeito ter que ir e vir sacar algum money tão longe dos saques eletrônicos. Só não vale ser dedo duro. Quer melhor exemplo do que o tio Patinhas ou daquele outro anão do Orçamento, brilhantemente ajudado por Deus – e que era o próprio João de Deus – ganhador de não sei quantas loterias. É só puxar da memória que tudo vem à tona. Ora, pois, heim! Ou que dentro tantos fatos e fotos ocorridos em 2008 algum bom cineasta emprestasse o título para gravar o épico de terror: “Eu sei o que vocês fizeram o ano inteiro”. Nada? Ou será que bóias aonde fica? Nem de costas, de lado, de peito. Quem nadou mesmo foi o César Cielo e quem saltou às mil maravilhas, quem?, a Magic Maurren Maggi. Agora, quem ficou com a vara perdida no meio do caminho foi a Fabiana Murer no salto originário da Europa e que deu além do ibope. Mas que tinha uma vara no meio do caminho não duvidamos.

E quer outra? Como também não precisamos de mais nenhum mestre do suspense na pele de Alfred Hithcock, que Norman Bates (Psicose) descanse em paz, ouvi dizer que vai ter continuidade do filme Matrix com o George W. Bush no papel principal. “Alto Reflexo”. Desviar de sapatos voadores é com ele mesmo. E que com essa onda de crise toda bem capaz desse CD tirar todo mundo do sufoco financeiro a um só movimento. Tanto é que rotularam por aí que os ET´s de Varginha andam mais é pulando a cerca em outros estados. Namoro firme hoje em dia, só na internet. Desde que não acabe a luz, né? E que depois do furacão da pop “Madonna in Rio de Janeiro” talvez eu até conte por aqui algo que escrevi quinze anos atrás: “Eu, Madonna e o nosso cãozinho poodle”. Por hora pode estar mole, mas pode ficar duro. Que as pesquisas indicam tudo bem, porém andam falando o que mesmo da minha (des)aprovação, heim? Ou será que algumas das minhas máximas não merecem um pingo de atenção!

Como também tem aquela anedota “Quem tem medo do lobo mau”, bom, essa a gente conta logo mais... Os votos de um Feliz Natal – de verdade – por aqui podem ser virtual, mas o desejo que os sonhos se realizem são pura realidade!

Marolinhas? Nem pensar, estamos sim é acostumados a surfar em ondas tamanho família até de guarda-chuvas. How, how, how...